Quinta de redação – Apropriação cultural

Quinta de redação – Apropriação cultural

Quinta é o dia de escrever aquela redação e expressar minha opinião sobre um determinado assunto neste espaço. Sempre te convido leitor(a) para embarcar comigo nesse projeto onde treinamos a escrita dissertativa.

Para quem não sabe ou está chegando por aqui agora, a maioria dos temas são retirados do site Projeto Redação, e esse não foi exceção. Essa semana o tema foi a questão da apropriação cultural no Brasil.

Textos motivadores:

Texto I: Reportagem sobre o tema

https://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/branco-pode-usar-turbante-saiba-o-que-e-apropriacao-cultural.htm

Texto II: Reportagem sobre o tema

http://www.ilisp.org/artigos/por-que-o-conceito-de-apropriacao-cultural-nao-passa-de-racismo-e-ignorancia/

Texto III:

cultural
Fonte: Google imagens

Confiram a seguir o meu texto:

Discutir não é necessariamente brigar

A amplitude do termo cultura faz com que essa possua discussões acaloradas que podem culminar em pontos positivos e negativos na população. Um exemplo é quando alguém se apropria dos créditos do produtor e passando a ignorá-lo. Mas os movimentos separatistas, que buscam criar grupos populacionais que superam o clado espécie humana, podem trazer consequências como o aumento da violência.

Separações entre grupos de pessoas de diferentes culturas foram relatadas na história da humanidade muitas tiveram resultados negativos na sociedade. Sabe-se, porém, que é da natureza humana questionar-se acerca dos direitos individuais. Esse debate se estende desde as posses culturais até os bens materiais, e pode se tornar caótico se não fluir de maneira clara para os participantes.

A internet no Brasil propiciou a voz as camadas antes isoladas, mas também mascarou pessoas que incentivaram e incentivam negativamente conversas sobre os mais variados temas. É comum nas redes sociais e em plataformas de vídeos que, no espaço dos comentários, se encontrem palavras motivando o ódio entre as pessoas. Estes discursos parecem demonstrar a vontade por uma separação social custeada pelas diferenças individuais, mesmo se sabendo da miscigenação nacional.

No debate sobre apropriação cultural é comum que se confunda o termo “apropriar” com a sua real significação no contexto. A indignação do verbo aparece quando o protagonismo do criador é escondido, e não pelo fato de ser usado. Ao se questionar, por exemplo, a indústria da moda que constantemente emprega padrões estéticos na sociedade, quer-se que ela mostre a diversidade, que não enalteça apenas um padrão visual e empregue o conceito amplo, miscigenado e plural.

Proporcionar debates saudáveis pode reduzir os índices alarmantes de discursos de ódio que atualmente se alastram pela internet. Essas discussões podem ser feitas nas comunidades auxiliadas por organizações, nas empresas estimuladas por empresários, ou nas cidades com o incentivo dos gestores. Também se faz necessário um maior rigor executivo das leis já existentes, pois a partir do momento os limites legislativos são desobedecidos estes devem ser polidos. Hoje, mais do que nunca, conversar mostra-se uma ótima alternativa contra as brigas e o fomento ao ódio do convívio de seres humanos plurais.

FINALIZANDO

Cara, que tema difícil de opinar. As opiniões gerais e textos que que li sobre  me pareceram muito tendenciosos. Vi recentemente um vídeo em que a garota usa o termo “branquitude” para referir-se aos “apropriadores culturais” e isso me chocou bastante. Afinal, será que não se está criando uma sociedade cada vez mais separada ao se partir para discursos com essas palavras? Sinceramente, como enfatizei no texto, acredito que o mais correto a se fazer é incentivar conversas saudáveis.

Lembre-se que caso queira deixe sua opinião nos comentários ou escreva (também seus textos)  e envie para mim no dicadoleandro@gmail.com. Até mais!

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