Nostalgia e o passeio mais legal da cidade.

Nostalgia e o passeio mais legal da cidade.

Obviamente não estou falando do canal do Castanhari, que por falar é ótimo. Estou falando quando do nada lhe vêm lembranças de um passado não tão distante assim. Começou assim:

A CALÇADA

De recesso, e em minha cidade natal (Piripiri-Pi) o passeio é sentar na calçada e conversar com meu primo M. Eu o considero como um irmão, fomos criados juntos e, por mais que as vezes eu possa até falar um tiquinho dele e discordar descaradamente de muitas opiniões, eu o admiro em níveis que não há equiparação. Ele é um homem incrível, e com certeza tem um futuro (e presente) que vai impressionar e calar a boca de muitos.

Acabo de chegar desse passeio legal. Estávamos na calçada com nosso amigo Cisne (esse vou usar o apelido, tudo certo haha). Falávamos do tema que mais amamos: JOGOS. Não há dúvidas que somos aficionados por essa temática. Os jogos marcaram nossa adolescência e, no auge da internet, assim que descobrimos que poderíamos ter um mudo maravilhoso e mágico com super poderes nós piramos.

Nosso amigo Cisne é um ícone (ou quase isso) no jogo Cabal online (que ele joga interruptamente até hoje). Outra curiosidade sobre o Cisne é que ele não envelhece. Há mais de 25 anos que ele tem 25 anos e isso é algo de se admirar. Mas, para mim e para o M. não foi o Cabal que nos marcou, mas sim o Priston Tale.

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Entrar no paraíso exige ID e senha. Fonte: Google Imagens

O PRISTON

Que época. A primeira vez que tivemos contato com esse “crack” foi em meados de 2009. Viajamos pela primeira vez a São Paulo e nosso primo E.F. nos viciou. Ele era outro viciado, mas isso passou com os anos. Quando chegamos lá ele não falava de outra coisa e passava horas enfurnado no PC. Nós já sabíamos que computador era legal, mas não compreendíamos o porque de passar horas em frente a um jogo. Poxa, o máximo que ouvíamos falar de passar horas em jogo eram os corujões das locadoras de videogames onde (reza a lenda) viciados viravam a noite zerando todos os tipos de jogos possíveis.

Mas foi aí que o vício chegou. Ele nos ensinou o básico do jogo e daí pra frente foi só vício e horas de up e farm de xp (traduzindo: horas em frente ao PC matando monstrinhos e ganhando experiência e moedas virtuais do jogo).

PRISTON e a UNIVERSIDADE

Qual a relação do Priston com a nostagia que sinto? Amigos, acontece que no Priston eu gravei um vídeo de um desafio que o personagem faz para ganhar novos poderes. Isso me lembrou que eu também já havia gravado um vídeo na Universidade sobre Escola Nova, que vocês podem conferir abaixo:

Eu ri tanto, mas tanto contando os “bastidores” da gravação que foi feita a 8 anos atrás para o M. e o Cisne que não tenho como descrever. Agora, enquanto escrevo esse texto, coisas e pensamentos tão bons e lembranças dessa época inundam minha mente. É impossível descrever o sentimento e como já diria a rainha Nina Simone sobre como explicar a liberdade:

“É um sentimento. Liberdade é apenas um sentimento. É como tentar explicar para alguém como é estar apaixonado. Como você vai explicar isso para alguém que nunca sentiu? Você não consegue. Mas você sabe quando acontece.”

Esse é apenas um pequeno e feliz desabafo sobre minha vida pessoal, coisa que estou me acostumando a fazer com mais frequência por aqui. É um daqueles momentos de gratidão por ter um primo e amigo que tornam uma conversa na calçada o passeio mais legal da cidade.

Até mais.

 

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Como foram as minhas metas em 2017

Como foram as minhas metas em 2017

No início do ano, fiz um post incentivador falando sobre as metas de fim de ano e como elas ajudam na motivação durante esse período de 365 dias. Agora, comecinho desse ano, exponho o balanço de quais metas cumpri ou não e como foi tudo isso.

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As metas a seguir podem servir de inspiração para as suas desse ano. Essas foram as minhas metas em 2017:

1 – Ouvir mais músicas diferentes: Meta cumprida com sucesso! Aliás, recentemente aderi ao plano Plus do Spotify e estou amando. Essa meta me ajudou a descobrir músicas ótimas de estilos musicais variados. Pretendo manter o hábito.

2 – Não abandonar o blog: Meta cumprida. Entretanto, alguns meses deixei esse espaço de lado por conta do trabalho, mas não abandonei. Vamos seguir firme.

3 – Não abandonar a academia: Falhei miseravelmente. Realmente entrei na academia, mas só consegui suportar 4 meses. Enfim, vamos tentar esse ano novamente.

4 – Passar para o mestrado da universidade federal/estadual:  Falhei, mas não pesou tanto em minha consciência. Esse foi um dos planos que mudou em minha vida, estou reconsiderando a continuidade na vida acadêmica.

5 – Comprar mais coisas online que em lojas físicas: Cumpri mais ou menos. Em questão de valores, as minhas compras online foram menores. Em questão de quantidade as lojas físicas perdem. É um ponto de vista relativo eu, sinceramente, acho que cumpri.

6 – Não abandonar os podcasts: Meta cumprida com louvor! Além de não abandonar os podcasts eu passei a ouvir outros programas e sigo motivado com essa mídia.

7 – Assistir aos filmes Sarknado (não cumpri), Obsolescência Programada (não cumpri), O casamento de Muriel (Vi, amei, vejam!) e Como sobreviver a um ataque zumbi (Vi, não gostei).

8 – Pegar livros com a minha prima Mara Isa: Não cumpri, mas nossa amizade se fortaleceu ainda mais com a paixão pelos livros. emprestei vários a ela e seguimos firmes e fortes nas leituras.

CONCLUINDO

Apesar de poucas metas, comecei o ano e segui bem motivado conseguindo cumprir muitas. Esses mini desafios me ajudaram a não desanimar e hoje, revendo como fui vitorioso em muitos pontos, posso afirmar que as metas não são uma bobagem. Basta que você consiga enxerga-las de uma maneira motivadora. Feliz 2018 e sucesso em suas metas pessoais!

 

Fonte da imagem: Google imagens.

Esperei… Esperei… Esperei…

Esperei… Esperei… Esperei…

Resumo do meu fim de semana:

Na sexta, quando chego à noite em casa, percebo que as luzes não acendem. Logo vejo que as chaves de energia estão para baixo. Levanto-as, mas pouco tempo depois elas voltam a cair. Ativo os dados móveis e entro em contato com a proprietária do imóvel, ela responde “Amanhã entrarei em contato com o eletricista e resolveremos este problema”. Vou dormir tranquilo. Na manha de sábado, acordo cedo e vou tratar com o outro proprietário e ele diz “Já, já ligo para o eletricista”. Era 7:30 da manha.

Esperei… Esperei… Esperei…

10:30 envio uma nova mensagem para a proprietária, lembrando-a que talvez ela tivesse esquecido de ligar para o eletricista. Ela responde “Na verdade, é o eletricista que não está atendendo”Então, ela decide me enviar o contato dele e me fala: “Tente falar com ele“. Eu liguei e DE PRIMEIRA o eletricista atende e fala “Estou muito ocupado agora, mas mandarei o meu ajudante”.

Esperei… Esperei… Esperei…

As 12:30 entro novamente em contato com o eletricista. Ele me diz O meu ajudante está pertinho de onde você mora, vá lá a procura dele“. Pacientemente, caminho até a quadra da frente na procura do ajudante, que estava a instalar umas tendas para uma festa que ia acontecer. Ao o encontrar ele se justifica “não consegui ouvir o recado do chefe, mas as 14:00 vou na sua casa para resolver o problema“.

Esperei… Esperei… Esperei…

15:00 chega o ajudante. Após fazer uma série de testes ele diz que o problema provavelmente seria na caixa de luz. Um interruptor ou algo do tipo que precisa ser trocado. Eu pergunto “você pode fazer este serviço?“, ele me responde “posso, mas a essa hora, todas as lojas já estão fechadas“. Tento então, já desesperado, ligar para a dona do prédio. Ela rejeita as minhas ligações. Me retorna em uma mensagem com um simples “?” (isso mesmo, um ponto de interrogação). Falo que o eletricista não conseguiu resolver o problema e ela me responde “E aí? Agora infelizmente só segunda feira, porque sábado a essa hora não tem como”.

Mando mensagem para meu amigo, para que me abrigue a noite pois ficarei o fim de semana sem luz. Vou para casa dele e mando mais uma mensagem para o eletricista que me responde “posso resolver o seu problema amanha“. Domingo, acordo cedo e volto para meu quarto sem energia na esperança do eletricista chegar.

Esperei …Esperei… Esperei…

9:30 já toca em meu relógio, e o eletricista apenas visualiza e não responde minhas mensagens. Desisto e caio de sono e cansaço mental (sabe quando o stress bate tão forte que te nocauteia? Pois é…) Acordo zonzo, vou comprar uma quentinha no automático. As 14:30 o eletricista me responde “cheguei de viagem agora. Mas poderemos fazer o conserto logo amanhã de manhã“. Digo “ah certo, depois você confirma  o horário? É que tenho umas coisas para resolver no centro logo cedo“. Ele marca para as 7:30 de segunda feira (hoje).

Cansei de esperar.

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Meryl Streep interpretando Miranda Priestly em “O Diabo veste Prada” – Fonte Google Imagens

Lembrei da icônica Miranda Priestly. Em minha história, ela provavelmente já na Sexta teria saído a procura de um novo apartamento ao ouvir o “amanhã resolvemos este problema” da proprietária do local.

Um problema que tentei resolver PACIENTEMENTE desde as 22:00 da noite de sexta até agora não foi resolvido. Meu palpite: os envolvidos nessa saga (com exceção de mim que era quem precisava da solução e do meu amigo que me ajudou) ficaram deixando para depois.

Sim, já caí na real e comecei a procurar outro apartamento.

FINALIZANDO

Esse foi um pequeno relato cotidiano, algo que sei um pouco da linha do meu blog, mas esse espaço é bem especial para mim e desabafar aqui sempre me faz bem. Sugiro que façam o mesmo, tirem o tempo para desabafar, é um ótimo exercício. Até mais!

Desafio cinematográfico Faltou Foco: Setembro

Desafio cinematográfico Faltou Foco: Setembro

Sim, a lista está um pouco atrasada, mas antes tarde do que nunca não é mesmo? Como já é de costume trago aqui a minha opinião sobre os filmes que assisti participando deste maravilhoso desafio do site Faltou Foco, cujas regras você pode conferir no link a seguir:

http://faltoufoco.com/challenge-2017-desafio-cinematografico-52-filmes-para-52-semanas/

Em setembro passei por escolhas sofridas que me fizeram atrasar o desafio, filmes ruins aplicaram em mim uma “ressaca cinematográfica” gigantesca (se é que isso existe). Para dificultar ainda mais, nem todos os filmes estavam disponíveis no catálogo da NetFlix.

Perrengues de lado, confiram abaixo a minha impressão sobre as películas.

33 – Um filme baseado em uma história real: O Discurso do Rei (2011)

livro_discursodoreiSinopse: The King’s Speech conta a história do homem que se tornou o rei George VI (Colin Firth), pai da rainha Elizabeth II . Após a abdicação de seu irmão, George (“Bertie”) relutantemente assume o trono. Atormentado por uma gagueira terrível considerada imprópria para ser rei, Bertie envolve a ajuda de um terapeuta da fala pouco ortodoxo chamado Lionel Logue (Geoffrey Rush).

Minha opinião: Que filme incrível! Atuação impecável e personagens comoventes. A história é rápida e direta e no momento em que é realizado o discurso eu fiquei sem ar de tanta agonia e emoção. Recomendadíssimo, se você ainda não viu está perdendo uma grande obra de arte.

34 – Um filme que você tinha medo quando criança: A bolha assassina (1988)

46056_the-blobSinopse:  Um velho passeia entre os arbustos da periferia quando encontra uma bolha gelatinosa que veio do espaço. Logo a bolha gruda em seu corpo, devorando-o em seguida. Uma amostra dela é levada a um médico, que não consegue identificar sua formação. A bolha cada vez necessita mais de nutrientes, o que faz com que ataque um teatro, um depósito de carnes e enfrente a população da cidade em campo aberto, devorando centenas de pessoas.

Minha opinião: Como a gente percebe que era bobo ao rever os clássicos da infância não é? Lembro que nas primeiras vezes que vi o filme no antigo “Cinema em casa” do SBT eu morria de medo de lavar louça com medo de algo me puxar pelo ralo ( será que é por isso que até hoje não gosto de lavar louça?). Revendo pude ver que o filme, para a época de produção, tem bons efeitos (retomei uns sustos), mas… que história mais sem sentido eim? Recomendo pra matar a saudade.

35 – Um filme indicado ao Oscar no ano que você nasceu: Dança com Lobos (Filme de 1990 indicado e vencedor de vários prêmios no Oscar de 1991)

20418132Sinopse: Durante a Guerra Civil Americana, soldado é enviado a um posto avançado no meio do nada e lá conhece uma tribo de índios sioux, da qual acaba fazendo amizade e tornando-se um deles.

Minha opinião: Olha, eu acredito que realmente não conheço nada sobre a história dos nativo americanos, pois depois de assistir ao filme não entendi o tanto de prêmios que ele levou em sua época. Sim, o filme possui imagens e atuações belíssimas, mas o enredo para mim foi tão insuportável que levei 4 dias para concluir o filme (que possui 3 horas de duração). Não recomendo, acredito que tenham outros bem menores e que contam tão bem quanto ou melhor a história que se passou no filme.

36 – Um filme vencedor do Framboesa de Ouro (Piores filmes de Hollywood): Cada um tem a alma gêmea que merece (2011)

20039796Sinopse: A história mostrará Jack (Sandler) lidando com sua irmã gêmea Jill (também Sandler), que veio para uma visita no Dia de Ação de Graças e se recusa a ir embora.

Minha opinião: Que sofrimento! Eu gosto muito dos filmes do Adam Samdler, mas esse tá de “parabéns” pelo prêmio do Framboesa. A história é batida e previsível, não tem cenas que te matam de rir (na verdade eu só dei uma risada em uma). Fora que do ponto de vista biológico gêmeos idênticos são do mesmo sexo. Enfim, passem longe desse sofrimento.

FINALIZANDO

É isso, agora estou correndo para por o desafio em dias junto com o Desafio Literário. Para que vocês tenham uma ideia estou ao mesmo tempo: no Desafio Cinematográfico, Desafio Literário, lendo o volume 3 das Crônicas de Gelo e Fogo, colocando diários e fichas de nota em dia… aaaaaaaaaaa

Que bom que tem o desafio pra dar aquela acalmada. Em breve trarei notícias sobre minhas aventuras cinematográficas. Até mais!

 

Fonte das imagens: Google Imagens

Fonte das sinopses: Filmow

Bojack Horseman – 4ª Temporada (opinião) – Sem spoilers.

Bojack Horseman – 4ª Temporada (opinião) – Sem spoilers.

Acabei de assistir há poucos dias à ultima temporada da série de animação Bojack Horseman (4º temporada). Para quem não conhece, basicamente a série conta com um universo que inclui humanos convivendo em igualdade com animais antropomorfizados (com características humanas). O humor da série, apesar de ser de animação, é completamente voltado para o público adulto.

É interessante notar que essa temporada foi a mais densa de todas. Pude perceber que a trama não focou tanto na comédia, mas sim em tentar explicar como tudo chegou àquele ponto.

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Bojack, o personagem principal da série. Origem da imagem: Google imagens.

Percebi no Filmow que a maioria das pessoas criticou a produção, por ela “perder o sentido” e focar mais nos outros personagens. Bom, opinião cada um tem a sua… aqui vai a minha: essa mudança de roteiro foi NECESSÁRIA! Ao ver o passado, o que inclui episódios inteiros com flashbacks, pude compreender o presente em que os personagens vivem.

No mais, a série retrata a vida adulta de uma maneira única. Somos assim, pessoas com qualidades e defeitos. Nossa personalidade reflete claramente o ambiente em que vivemos e crescemos. Quer queira ou não, atitudes e posicionamentos estão intimamente ligados ao nosso passado.

Para mim, um dos melhores momentos da série nessa temporada vem da  conversa entre a personagem Princess Carolyn e Bojack:

“- É ruim precisar dos outros.

– Sim, mas…

– É. Obrigada.”

Eu seu que neste recorte o diálogo fica sem sentido, mas essa parte foi a que mais me marcou. Vejam a série e entendam o porque disso (pois se eu falar vou dar spoiler).

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Princess Carolyn, um dos melhores personagens da série. Origem da imagem: Google Imagens.

Bem, não canso de recomendar essa série para todos os meus amigos, e nada mais justo do que recomendá-la aqui também para meus leitores. Mas por favor, não faça igual a maioria que depois quer assistir mas já esqueceu o nome do seriado. Procure-o agora mesmo e deleite-se com essa obra prima! Até mais!

Reclamar menos, um exercício diário.

Reclamar menos, um exercício diário.

Hoje foi um dia um daqueles: perfeito. Vez ou outra me deparo com dias assim: acordo e tudo parece dar certo. Devo confessar que quase sempre ele é consequência de uma aula bem dada (coisas de quem ama a profissão, apesar dos pesares).

Eu sou professor, e se você não faz parte dessa profissão provavelmente desconhece o que realmente se passa na misteriosa e secreta: SALA DOS PROFESSORES, então aqui vai um pequeno pitaco sobre a minha experiência de quase 6 anos de docência: o que mais tem na sala dos professores, principalmente durante os intervalos, é RECLAMAÇÃO.

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Sempre tem aquele(a) que aponta o ruim do momento. Eu agora estou buscando apontar o BOM.

Por favor não levem nosso “pessimismo” tão a sério. Por mais apaixonado que estejamos, ensinar é um desafio. Há salas que “faz gosto” dar aulas, já outras torcemos para conseguir manter a paciência. Nos últimos tempos eu notei que estava me deixando “contaminar” pelo pessimismo docente que tomava conta de mim, então comecei a me policiar contra esse mal.

A minha regra hoje é: será que eu realmente preciso dar minha opinião negativa sobre o assunto? Se a resposta for não eu apenas me calo, e deixo os demais vociferarem suas reclamações. Ultimamente este exercício de ser ouvinte tem me ajudado bastante e pude perceber a verdadeira noção do ditado “Em boca fechada não entra mosquito”. As vezes é melhor ficar calado que abrir a boca apenas para acrescentar ódio no ambiente.

E assim minha vida segue. Cada dia aprendendo a distribuir amor ao invés de ódio entre as pessoas ao meu redor. Na real, estou começando a achar que o segredo da felicidade é apenas SER FELIZ e isso não inclui reclamar de tudo a todo instante. Olhar mais para os pontos positivos faz um bem danado viu.

Fonte da imagem: Google imagens

#DesafioLivrosBR – Abril: Cidades Mortas – Monteiro Lobato

#DesafioLivrosBR – Abril: Cidades Mortas – Monteiro Lobato

Sim, eu estou super atrasado, mas nem por isso penso em desistir do desafio literário proposto pelo blog 1001 Livros Brasileiros Para Ler Antes de Morrer. A leitura do desafio ficou um pouco para trás, pois tive que intercalar entre as leituras de minha estante que também estavam atrasadas. Se você quiser conferir, o link com as regras do desafio está aqui:

https://1001livrosbrasileirosparalerantesdemorrer.wordpress.com/2017/01/01/desafiolivrosbr/

Em Abril, a proposta era ler um Livro de Contos, que podia ser de um(a) contista nacional de qualquer época.

O LIVRO

Escolhi Cidades Mortas, de Monteiro Lobato.

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Sinopse: Cidades Mortas, publicado em 1919, reúne 25 contos, entre escritos de juventude e textos posteriores. Neles, Monteiro Lobato retrata, de forma crítica e bem-humorada, os costumes provincianos dos povoados do interior do Brasil, relegados à decadência após um passado de prosperidade promovido pela cultura do café.

Minha Opinião: No começo eu tinha desistido do volume e achei que precisava achar outro para ler. Abandonei-o por cerca de um mês e quando reiniciei a leitura (do zero) não consegui parar. O segredo para aproveitar todo o conteúdo foi prestar atenção apenas no conteúdo das histórias, que foram hilárias, e parar de tentar entender todo o português “difícil” que está presente na obra. Recomendadíssimo!

FINALIZANDO

Espero conseguir colocar em dias esse desafio. A leitura, esse ano, está mais presente do que nunca em minha vida. Os próximos dias na escola serão de planejamento e colocar os “papeis em dia”, então não prometo nada (rs). E você, conhece algum outro livro de conto que quera recomendar, deixe nos comentários. Até a próxima!

Fonte da Imagem: Google Imagens

Fonte da Sinopse: Saraiva